Archive for the ‘Desalojo’ Category

Fantasia de Carnaval de BH, nas melhores casas do ramo!!

fevereiro 14, 2012

Torres Gêmeas: breviário de decomposição

setembro 9, 2011

Alguém aqui se lembra? Se você não ficar ligado, perde o bonde! E depois fica aí pensando que é tudo fruto de “coincidências”, “macabrezas” ou “modos administrativos”. Quem aqui paga pra ver a limpa geral que será feita em todos os arredores das Torres Gêmeas? Alguém tem expectativa de existir aquele tradicional e histórico campo de futebol do Santa Tereza até 2014? Ninguém estranha o fato de que, durante toda a espera dessa porra de leilão até os dias de hoje, foi mantida a vigilância do Choque, aqueles troncudos de merda, espalhada por toda a região do bairro Santa Tereza, Floresta e Santa Efigênia? Esperem e verão! Aguardem o verão! No ano que vem, nem favelinha, nem Torres Gêmeas, nem campinho de futebol! A Copa está aí… fazendo higiene de porco e enchendo de moedas as panças de leitões.

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Torre ‘gêmea’ será hotel para a Copa do Mundo

postado em: http://www.hojeemdia.com.br/minas/torre-gemea-sera-hotel-para-a-copa-do-mundo-1.335867

Imóvel que estava ocupado desde 1996 e pegou fogo em setembro passa por obras de adaptação até 2014

Celso Martins – Do Hoje em Dia – 3/09/2011 – 09:37

Prédio de 17 andares chegou a servir de moradia para sem teto

Um dos prédios abandonados conhecidos como  “Torres Gêmeas”, no Bairro Santa Tereza, na Região Leste de Belo Horizonte, está em obras e vai ser transformado em hotel. O empreendimento será usado para a Copa de 2014. O edifício foi vendido por R$ 2,6 milhões em um leilão realizado pela Justiça, no dia 12 de junho deste ano.

O dinheiro da compra será destinado ao pagamento de dívidas da empreiteira que iniciou e abandonou a obra, sendo que as trabalhistas serão as primeiras. Segundo a assessoria de Imprensa do Fórum Lafayette, o leilão chegou a ser realizado duas vezes sem que houvesse interessados e foi cancelado uma vez, por falta de condições para sua realização. O juiz temia agressão entre os representantes dos proprietários e invasores que ocupavam o imóvel. A outra torre continua ocupada por pessoas sem teto.

Uma fonte da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que algumas casas da região serão desapropriadas para a realização de obras para melhorar o acesso ao hotel. A intenção dos proprietários do empreendimento leiloado, João Pereira Evangelista e João Batista Noronha, é comprar a torre que ainda está invadida, segundo a mesma fonte da PBH.

A torre que será transformada em hotel pegou fogo no dia 14 de setembro do ano passado. A Defesa Civil Municipal determinou a interdição do prédio depois que o Corpo de Bombeiros emitiu relatório alertando para o risco de novo incêndio no local.

Os proprietários criaram uma associação, que é presidida pela dentista Andréa Lopes Mangnani, de 50 anos. Em 1991 ela investiu cerca de R$ 36 mil para comprar um dos apartamentos do edifício, que fica no número 50 da Rua Clorita. Uma das primeiras providências da associação será contratar um advogado para garantir que o dinheiro da venda do outro prédio seja usado para indenizar os proprietários lesados com a paralisação das obras.

A associação já tem nos seus quadros 20 proprietários, mas outros 50 já estão sendo contactados por Andréa Lopes para dar força à entidade. Em reuniões, eles decidiram destituir o atual advogado, Márcio José Ribeiro da Silva. Os proprietários alegam que ele não os habilitou no processo de venda, e agora o dinheiro do leilão pode ser usado para pagar as dívidas trabalhistas, dos órgãos públicos e de fornecedores.

O Sant Martin, como seria chamado, seria o primeiro condomínio fechado de Belo Horizonte. Construído numa área de 5 mil metros quadrados, com duas torres de 17 andares cada, foi projetado para ter duas piscinas, quadras de peteca, pista de caminhada e quiosques equipados com churrasqueiras.

Com a crise financeira da Jet Empreendimentos, as duas torres foram invadidas em 1996.

Por causa do incêndio em uma das torres, no dia 20 de setembro do ano passado, as famílias que a ocupavam foram retiradas a pedido da Defesa Civil Municipal.

“O leilão só foi marcado por causa da desocupação”, lembrou Andréa Lopes. Segundo ela, as chamas não danificaram a estrutura do prédio, o que ajudou a valorizar ainda mais o empreendimento. Ela ainda tem esperança de ter parte do dinheiro investido no sonho da casa própria de volta.

As “Torres Gêmeas” ficam em frente ao Shopping Boulevard Arrudas. A intenção do grupo que está construindo o hotel é instalar uma passarela ligando ao centro de compras, evitando que os hospedes passem pela Avenida dos Andradas. O projeto depende da aprovação da PBH. O shopping estaria interessado em investir na construção da passarela, mas o custo da obra não foi informado.

A bola da vez:

julho 2, 2011

QUALQUER COINCIDÊNCIA É MERA SEMELHANÇA!! NÃO AO NEPOTISMO!!

Prévia do Impeachment de Márcio Lacerda

julho 1, 2011

Praia da Estação + Roda de discussão

Mocidade independente de Belo Horizonte,

Como muitos já devem saber, a última do nosso digníssimo prefeito foi a nomeação do próprio filho – Tiago Lacerda – para o cargo de presidente do Comitê Executivo da Copa em BH (ou seja, diretamente responsável pelo gerenciamento da montanha de grana direcionada às obras do Mundial).

Todos nós sabemos o que significa um cargo desses em termos de poder e influência. Muitos de nós expressamos, durante a semana, nossa indignação com o fato, via Facebook. Numa das conversas, surgiu a idéia de uma edição da Praia da Estação, no próximo sábado, dia 2 (amanhã!) a partir das 11h, para discutir esses e outros assuntos relacionados às práticas da atual administração. Motivo é o que não falta pra conversa e protesto nesse momento: as denúncias de irregularidades nas obras do Mineirão (feitas pelo TCE) e todos os absurdos denunciados pelo pessoal do Comitê Popular dos Atingidos pela Copa são só a ponta do iceberg.

Então. Bora lá ocupar a cidade e inventar outras?

Como sempre, biquínis, cangas,  maiôs e trajes de banho em geral são bem vindos. Assim como instrumentos musicais, idéias, tinta, sonhos, cartazes, perguntas, brinquedos, indignação, protetor solar, alegria…

Vem! Vem! Pra praia vem! 

Agora a onda é outra: @pbhonline e a ameaça à Feira da Afonso Pena

fevereiro 3, 2011

Prefeitura de Belo Horizonte lança Edital para licitação de novos expositores da Feira de Artesanato da Avenida Afonso Pena.

Não sei se você que é nosso amigo, cliente, fornecedor de matéria prima está ciente do que está acontecendo na Feira de artesanato.

Peço desculpas por estar “invadindo” seu email, mas acho interessante informar às pessoas o que estamos passando diante do lançamento neste edital.

A PBH…publicou o edital e as inscrições estão abertas para qualquer pessoa que tiver interesse em expor na feira.

Até ai tudo bem, certo? Concordo que as pessoas tenham realmente a oportunidade de estar na feira desde que preencham os quesitos exigidos.

A feira foi invadida por produtos importados.

Alguns expositores , digo, muitos expositores alugam suas barracas e “aparecem” na feira para assinar a chamada e receber o dinheiro relativo ao aluguel.

Várias barracas estão recheadas de produtos industrializados.

Sabemos disto? Sim… sabemos e mais que isto: Sabemos que a prefeitura também sabe.

Sabemos que se a Prefeitura quisesse agir contra estes expositores… ela agiria .

Durante anos vamos sofrendo com as “mudanças” prometidas pela PBH.

Em época de eleição isto não acontece…afinal de contas …voto de expositor tem valor, não é?

Em época de eleição a feira é infestada por santinhos, candidatos que vão e prometem mundos e fundos.

Sei que alguns são eleitos e só volto a ouvir falar dos ditos cujos nas eleições seguintes.

Não vou citar nomes destes políticos, porque não votei em nenhum deles. Meu voto tem valor.

Eu e meus irmãos fomos criados por um marceneiro e uma professora que lutaram muito para nos educar de forma digna. Tudo o que temos e aprendemos agradecemos a eles : Mãe e pai.

Conquistamos o que toda pessoa sonha na vida: Conforto, dignidade e até bens materiais, porque não?

A feira de artesanato não é um hobby…é um meio de vida.

Só que hoje nossas conquistas podem nos tirar da feira.

De acordo com o edital a seleção será feita em duas etapas.

A primeira é simples… um questionário sócio econômico.

Simples demais, não é?

Tão simples que o candidato precisa alcançar míseros 630 pontinhos.

Resolvi fazer uma simulação e eis que… seremos REPROVADOS já na 1ª etapa.

Mas porque  reprovados?

Porque nossas CONQUISTAS geram pontos mínimos.

Ganha uma pontuação maior quem é :ANALFABETO,DEFICIENTE FÍSICO, NÃO POSSUI CASA PRÓPRIA , NÃO POSSUI VEÍCULO, DESEMPREGADO OU GANHA DE 1 A 3 SALÁRIOS MÍNIMOS.

 

Não teremos nem a “chance” de mostrar à fiscalização (2ª etapa de avaliação) que somos artesãos de fato. Que temos nossa oficina, que produzimos nossas peças e que poderíamos brigar por uma vaga na feira com tranqüilidade.

Não tenho nada contra o analfabeto, contra o deficiente físico e muito menos por pessoas que ganham aquele salário que o governo insistir em dizer que é BOM.

Quem é que estuda, trabalha e não quer alçar voos longos ?

Será que agora as coisas serão diferentes porque queremos conquistar algo?

Tenho acompanhado pela imprensa a situação da feira, mas acho que a população não está a par do que está realmente acontecendo.

Nós expositores, não somos bandidos.

Nós expositores queremos trabalhar .

Se os 27 anos de feira não valem nada … que nos deixem competir de forma digna. Que nos deixem conquistar a vaga pelos nossos méritos. Não tenho medo de ter que provar o que fazemos, como fazemos, pois fui criada dentro de uma oficina com muito orgulho.

Quero esclarecer que não sou contra a licitação e sim contra este edital feito na calada da noite que considero discriminatório, autoritário e cheio de preconceitos.

Existe hoje uma situação de pânico coletivo na feira… nas famílias destes expositores, pois no fundo estamos sendo ameaçados.

Tomei esta atitude em escrever a vocês porque este caso precisa ser divulgado, ser mostrado para a população o que está realmente acontecendo. Infelizmente não vi ainda representatividade à altura dos artesãos na imprensa. O que estou vendo são briguinhas e ofensas entre expositores que nem neste momento difícil se unem para lutar por algo que nos interessa. Não adianta atacar o prefeito em cima dos problemas pessoais dele…Não adianta falar abobrinhas citando uma emissora de TV que é poderosa.Não adianta criticar jornal que circula pela cidade. O foco principal neste momento é a luta para continuarmos na feira. Que a licitação seja feita, mas que a análise seja justa com quem conquistou algo.

Já que tomei a liberdade de lhe enviar este verdadeiro “testamento”…se você puder, se tiver um tempinho, repasse este email aos seus amigos. Gostaria que a população tomasse conhecimento dos fatos.

Estamos marcando uma reunião no sindicato dos jornalistas (Av. Alvares Cabral, 400, Centro), nessa quinta feira dia 3, as 15:00, para construir um coletivo em defesa da cultura de BH e acompanhamento aos atos do prefeito.

Favor divulgar para os demais.

PBH autoriza desapropriações para construir anexo da Câmara Municipal

janeiro 7, 2011

Curiosamente, este post foi removido do blog, no dia 11 de janeiro de 2011. Ele foi restaurado como artigo visível a quem visita o blog. A informação pode também ser encontrada aqui (no portal do jornal Estado de Minas). O mínimo de bom-senso pede que seja respeitado o caráter público destas postagens, mantendo-as visíveis a quem acessa esse meio. Se quer aprender a usar o blog, ajudar na sua manutenção, as orientações estão no primeiro post da primeira página.

Luther Blissett agradece.

Por Ezequiel Fagundes

Fonte: Estado de Minas

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) autorizou, por meio de decreto assinado pelo prefeito Marcio Lacerda (PSB), a desapropriação imediata de seis terrenos para a construção de um anexo da Câmara Municipal e a ampliação do estacionamento privativo dos vereadores e servidores do legislativo da capital. O anúncio, decretando de utilidade pública os imóveis localizados nas ruas Tenente Anastácio Moura e João Ribeiro, do lado direito da entrada principal da Câmara, no Bairro Santa Efigênia, foi publicado na edição de 29 de dezembro do Diário Oficial do Município (DOM), a pedido da Mesa Diretora da Casa.

Pelo decreto, as desapropriações poderão ser feitas mediante acordo ou processo na Justiça. Atualmente, a Câmara Municipal abriga cerca 1,5 mil servidores, entre efetivos, estagiários, comissionados e terceirizados em um confortável prédio de três andares, dividido em dois blocos. Cada um dos 41 vereadores tem direito de nomear até 12 assessores em cada gabinete. A verba pública para custear as expansões não foi divulgada. Donos dos imóveis citados no decreto, porém, estão indignados com a iniciativa e não aceitam sequer sentar na mesa para negociar possíveis valores de indenização das desapropriações.

Moradores recorrem à Justiça contra desapropriação autorizada pela PBH

Defensor da obra, o novo presidente da Câmara de BH, vereador Léo Burguês (PSDB), informou ontem que já vai contratar uma empresa para fazer os projetos de engenharia e arquitetura do prédio e do estacionamento.

Depois de pronto, o empreendimento será executado pela Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap). A intenção é que o espaço possa ser usado para a construção de novos gabinetes de vereadores. De acordo com o tucano, dentro de cinco anos o número de parlamentares deve aumentar em razão do crescimento populacional da capital, conforme interpretação da Constituição pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Mudança

Inicialmente, segundo o vereador, os terrenos poderão ser usados pela escola do Legislativo e pelas comissões temáticas, que seriam remanejadas do atual prédio, localizado na Avenida dos Andradas, além de aumentar significativamente o número de vagas do estacionamento. ? Existe a necessidade dessa obra, a cidade cresceu muito nos últimos anos e a estrutura do Legislativo ficou defasada. É um problema antigo e crítico, principalmente, em relação ao estacionamento. Diariamente, o entorno da Casa está cheio de veículos?, justificou.

O próximo passo, segundo o departamento jurídico da Sudecap, será a realização da medição dos seis terrenos, onde hoje funciona um estacionamento e oficina, uma empresa de peças industriais além de quatro imóveis residenciais, todos eles ocupados pelos donos e inquilinos.
Depois da medição, técnicos do órgão farão uma pesquisa de valor de mercado dos imóveis com consultores de mercado e moradores da região.

Comentário de “alguem”

O anexo devia ser ao lado da penitenciária Nelson Hungria, lugar mais apropriado para os bandidos tipo Cabo Julio, Hugo Thome, Iran Barbosa, Leo Burgues, João Victor Xavier…

Jornal dos Amigos

Água pra cima! Água pra baixo!

dezembro 17, 2010

 

Caminhões-pipa são bacanas. Frescor de verão na praça sem fonte.

Símbolo forte de novas aspirações da cidade, em Praia na praça pública. Passa-se o chapéu e, se a soma das contribuições alcança o preço do serviço privado, está contratado, ao dispor da branca medianidade belo-horizontina. Serviço contratado para se divertir e lavar… as mãos, o ego, o tédio da praça sitiada, as fachadas da corrupção, como pudemos fazer diante do prédio da PBH. Para abater o sol latejante e combater (rindo de seus quentes uniformes de ordem sob o calor escaldante do sábado!) as carrancudas guardas, a estúpida puliça.

 

 

Caminhões-pipa são sacanas. Terror do chão debaixo da ponte.

Na madrugada de uma sexta-feira para um sábado de Praia, o jato d’água varre o chão, que não mais se prestará a cama. Um caminhão-pipa da PBH evacua o viaduto Santa Tereza, expulsa quem queira estar dormido debaixo daquelas estruturas. O jato que sai dali não refresca ninguém, não é acolhido pelas canções e palavras de ordem contra o lacerdismo. O fato da surdina noturna evade, escorre água pelas bocas-de-lobo, e quem não é bobo corre, vai embora ligeiramente, antes que o cobertor fique molhado, antes que a situação fique sujeira. Não há casa a quem não tem casa. Se a rua é o único abrigo, não o é para quem nela mora. Lavar o chão: velho método empregado em muitas das grandes cidades que passam por processos de “revitalização”, muito similar às muretas anti-mendigos de São Paulo, um pouco diferentes dos tiroteios recorrentes no Rio de Janeiro (se lembram da Candelária?), talvez parecido com os caminhões-pipa que atiram água contra manifestantes em qualquer outro lugar.

 

Pergunta:  qual desses caminhões é mais capaz de higienizar? Aquele que lava as mãos ou aquele que lava o chão?

Torres Gêmeas: já tinha cara de desalojo…

setembro 26, 2010
Postado em http://ocupacaodandara.blogspot.com/2010/09/torres-gemeas-o-povo-esta-na-rua.html

Governo do Estado e Prefeitura impedem famílias das Torres Gêmeas (prédio nº 100) de voltarem para suas casas e não oferecem nenhuma alternativa digna. Enquanto isso, crianças, adultos e idosos ficam ao relento.


Desde a última segunda-feira, dia 20 de setembro, cerca de 80 famílias que moram no prédio nº 100 da ocupação vertical mais antiga de Belo Horizonte estão impedidas pela Polícia Militar e pelo Corpo de Bombeiros de retornarem para seus apartamentos. A PM, comandada pelo Governador Antônio Anastasia, cercou ostensivamente o prédio em que ocorreu o incêndio e mantém guarda com armas de grosso calibre, cães, bombas etc. O Corpo de Bombeiros, por sua vez, nega-se a apresentar o resultado do laudo da perícia realizado ontem (21/09) atestando se houve ou não comprometimento da estrutura do edifício. Ao mesmo tempo, as organizações que apóiam as famílias são impedidas de realizar perícia complementar com engenheiros e arquitetos autônomos.

Esse quadro de incertezas é agravado pela postura do Governo Estadual e Municipal em não dialogar, como em outros conflitos urbanos de BH. A Prefeitura solta notas à imprensa, mas não oferece nenhuma resposta às famílias desalojadas. O prefeito Márcio Lacerda mantém a postura de intransigência e propõe como solução o abrigamento indigno. O Governo do Estado, que não constrói nenhuma casa em Belo Horizonte há mais de 15 anos, também não oferece nenhuma alternativa digna.

Enquanto isso, dezenas de crianças estão sem banho, comendo mal e sem irem à escola. A Defesa Civil fornece apenas duas refeições ao dia. Não foram disponibilizados banheiros. Não há qualquer assistência à saúde dos desalojados. A situação é desoladora…

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