02/11 :: UNIVERSIDADE PIRATA em construção

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**UNIVERSIDADE PIRATA é encontro de encontros. Esta teia de trocas está contando com a colaboração de pessoas que se indagam sobre a forma de se educarem num mundo des-hierarquizante. Onde tod@s aprendem e tod@s ensinam, onde tod@s falam e tod@s ouvem, onde tod@s tenham vários modos de ver o mesmo. É aberta, móvel, nômade e pirata. Toma e ocupa a cidade.

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2 Respostas to “02/11 :: UNIVERSIDADE PIRATA em construção”

  1. Planofurado Says:

    Mais outra da turma abastada em conflito de identidade, se é que temos alguma. Sobrevida dentro da ordem? Debaixo dos viadutos? O refugo é violento, é posto de lado por questões sociais, politicas e econômicas muito menos lúdicas do que se pintar ou fazer massagem. Vocês estão simplesmente ignorando uma série de problemas que se amplificam cada vez mais sem que tenham a prontidão de ao menos enxerga-los para além do bem estar físico pessoal. Se servem de exemplo como alternativa possível? Talvez, mas não num mundo com bilhões de pessoas prestes a se conformarem desde o nascimento com a condição de autômatos. Terapias, grupos, autogestão e outras coisas retiradas de leituras “libertárias” mal feitas, interpretadas como sendo prioridades objetivas onde a realidade se massifica ao ponto de não existirem mais formas convincentes de construi-las. Enfim, queria dizer apenas para fazerem seus encontros com menos pomba e egoísmo, lembrando sempre que são mais um meio de conhecer, de interagir com outras pessoas do que uma luta sincera, lúcida e comprometida até a carne com possibilidades ao menos plausíveis de transformações humanas amplas e anônimas.

  2. Planofurado Says:

    Outra coisa, pois não sei se alguém lerá todas essas letras: a tão falada Praça da Estação sempre foi espaço aberto, usado ainda hoje como banheiro público pelas garotas de programa e dormitório para os que trabalham no interior. Talvez não lembrem, aliás, não se já tinha saido do saco dos seus pais, mas governos e decretos nunca impediram ninguém de ir até lá e fazer o que tinham que fazer numa noite qualquer de sexta ou sábado. Tentem se afirmarem como são, e não forjar do nada uma imagem de “portadores de soluções”. As práticas na cidade são muito maiores que seus umbigos.

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