Archive for outubro \28\UTC 2010

Regularis

outubro 28, 2010

Ângulos iguais, idênticos. Coisas medianas, coisas médias, meios termos. Que se repete repete repete. Que é da regra, que é da lei, sem precisar de pedra nem de rei. Que cumpre os seus deveres. Uniforme, que serve bem. Que estabelece e sujeita à ordem. Que modera e regulamenta.

 

O mais engraçado sobre o regular é isso: nenhum dos tons que a palavra assume consegue ser ameno. Há no termo algo de necessariamente autoritário, careta, conservador, triste, mediano.

 

Acontece que a PBH se encaixa em quaisquer desses ângulos iguais, principalmente se a forma for quadrada, ou pontiaguda como os espetos que cobrem os degraus de monumentos (que querem dizer: “é seu, mas não pode se assentar aqui!”). É assim que se protege patrimônios hoje em dia: transfere-se a ponta da baioneta ao espaço público e faz-se regulamentos.

Regular: pôr ordem e assegurar, levar alívio aos medianos, satisfazer a classe média, fazer gosto nos caretas e esvaziar qualquer praia. Por que? Porque repetem repetem repetem… re-gu-lar-men-te… as mesmas falações da vida média comum – morrendo de joelhos nas arenas de areia: uma assoprada e vai ao chão, desfeita e espalhada. Abundar espaço para desaguar,  poder pagar e ficar segura com seus bens. Os eventos regularizados pela PBH são hoje regulares e os medianos podem alugar a Praça da Estação. Vá lá hoje e verá uma tenda com gente trabalhando o tempo todo, um logotipo no topo. Barraca privada? Evento? Sim, eventoregular! Será esta uma outra “natureza” de evento?

Nem praia, nem “sociedade civil”, nem classes médias artísticas e culturais estão contra eventos regulares. Regulação é massagem no ego mediano, semente do ideário republicano. Placebo das mentalidades subordinadas, monta berço para a passividade. Regular é manter a uniformidade do movimento, não permitir que ele faça desvios e descarrilhe no insólito. Regular é a própria substância ativa das mentalidades regulares.

A baliza da PBH (quando veio com aquele decreto 13.961) se ajustou tão bem quanto se ajusta um uniforme: basta cobrar taxas tais e tais e essa gente mediana fica quieta diante da instauração do controle. Gente quieta, fazendo dieta de higiene pública, pagando e consumindo. Gente que toma banho em outro lugar (mais seguro) e não deseja tanto nem precisa das fontes d’água em praças. Gente que quer evento grandão, para poder pagar e lavar as mãos.

02/11 :: UNIVERSIDADE PIRATA em construção

outubro 28, 2010

 

**UNIVERSIDADE PIRATA é encontro de encontros. Esta teia de trocas está contando com a colaboração de pessoas que se indagam sobre a forma de se educarem num mundo des-hierarquizante. Onde tod@s aprendem e tod@s ensinam, onde tod@s falam e tod@s ouvem, onde tod@s tenham vários modos de ver o mesmo. É aberta, móvel, nômade e pirata. Toma e ocupa a cidade.

PBH reforça guerra aos pichadores

outubro 27, 2010
Em oito meses, 7 mil metros quadrados foram limpos por voluntários; catálogo vai identificar as gangues
Fernando Zuba – Repórter – 21/10/2010 – 03:37

Mais de mil litros de tinta já foram utilizados para a renovação dos locais atingidos

Belo Horizonte intensifica o combate às pichações. Cerca de 2.400 voluntários se mobilizaram para limpar a cidade, em pontos distintos. Em oito meses, foram realizadas dez ações de despiche. Mais de 7 mil metros quadrados de área foram recuperados. Ao todo, 1.084 litros de tinta, material doado, foram utilizados para a renovação dos locais atingidos pelo vandalismo. Em dois meses, a Guarda Municipal conclui um catálogo que contém acervo fotográfico com as pichações espalhadas pela cidade, uma forma de tentar identificar com maior rapidez os autores das ações.
Até agora já foram catalogadas cerca de 2 mil fotos com as pichações, somente nos limites da Avenida do Contorno. Segundo a analista de políticas públicas da Secretaria Municipal de Segurança, Rosane Corgosinho, “o catálogo com as ‘assinaturas’ dos suspeitos ajuda na identificação da autoria e na busca e apreensão, a partir da investigação em meios eletrônicos, sobretudo a internet”, assinalou.
A ação faz parte do Movimento Respeito por BH, desenvolvido em parceria pelas polícias Militar e Civil, Ministério Público Estadual e Prefeitura de Belo Horizonte. Ele consiste numa articulação que objetiva cuidar e preservar do patrimônio da cidade. O movimento utiliza três estratégias: sensibilização, despiche e repressão qualificada.
A identificação dos autores é feita pelo videomonitoramento. Atualmente, a Guarda Municipal é a responsável pela vigilância do patrimônio público (escolas, postos de saúde, locais de grande movimentação) por meio de 43 câmeras. A Polícia Militar possui 157 equipamentos “Olho Vivo”, que também identificam pichadores.
Quando a pessoa é flagrada e detida pela polícia, a punição pode variar, quando maior de 18 anos, de três meses a um ano de detenção, além de aplicação de multa, que pode chegar a até R$ 50 mil. No caso de menores infratores, eles normalmente cumprem medidas socioeducativas, representadas pela limpeza do local pichado.
Já a “sensibilização” envolve a definição do perfil do pichador e a sua ressocialização. O trabalho é feito em parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria de Segurança de Minas, para retirar o foco do jovem do vandalismo. Ele é incentivado a participar de atividades de caráter cultural e de responsabilidade socioambiental.

 

Polícia cria equipe especial para combate a vandalismo

A Divisão de Meio Ambiente da Polícia Civil está criando uma equipe de policiais para investigar os crimes de pichação. O investigador Alexandre Tadeu explicou que, inicialmente, o monitoramento está se concentrando em áreas de maior incidência na capital. “O banco de dados que está sendo concluído junto à Guarda Municipal será ampliado. Além de catalogar as pichações e os locais mais danificados, os vândalos também serão identificados”, revelou.
De janeiro até setembro deste ano, foram presos mais de 260 pichadores em Belo Horizonte. No banco de dados da Polícia Civil não constam registros do mesmo período de 2009. Na semana passada, agentes da Guarda Municipal prenderam quatro homens e dois menores que pichavam um muro na Rua Cônego Floriano, no Bairro Sagrada Família, Região Leste da capital.
Com os suspeitos foram apreendidas mais de 50 latas de tinta, rolos e baldes. Além disso, oito pichadores tiveram a prisão temporária decretada por um juiz criminal da capital. Dois, já identificados pela polícia, conseguiram fugir. A pichação, além de vandalismo, é crime ambiental. O Ministério Público pediu a prisão dos envolvidos também por formação de quadrilha, o que pode aumentar a pena para até três anos.

Fora com a feira? O que mais vai junto na poeira?

outubro 27, 2010
Sabe aquela feirinha ali no centro, na avenida Paraná com Amazonas? A PBH quer passar esfregão lá também! Pergunta: nesse varredouro, no meio da poeira, como ficam o Quarteirão do Soul (que acontece ali aos sábados) e aquele Mercado Novo (conhece? não, não é o Central!)? Mais medidas higienistas do projeto Centro Vivo. A matéria abaixo foi publicada um mês atrás.

PBH dá ultimato aos feirantes

http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1803&IdCanal=6&IdSubCanal=&IdNoticia=152344&IdTipoNoticia=1

Donos das barracas deverão encerrar as atividades até o dia 31 de dezembro

Depois de mais um dia de trabalho, a vendedora de sapatos Júlia Carvalho de Almeida, 41, passa pelas barracas verdes da praça 1º de Maio, no centro de Belo Horizonte, e enche as sacolas de verduras, legumes e frutas. Mas a partir do ano que vem, ela terá que procurar pelos alimentos em outro lugar. As oito barracas que vendem ainda biscoitos, cereais e temperos serão desativadas devido às obras de revi-talização da praça, contemplada pelo programa Centro Vivo. Os comerciantes têm até o dia 31 de dezembro para deixar o local.

Júlia prefere comprar no local porque os produtos custam bem mais barato do que nos sacolões e feiras livres próximos ao local onde mora, em Betim, na região metropolitana da capital. “Lá no bairro Citro-lândia, uma caixa de morango custa R$ 3,49. Por aqui, compro por R$ 1,49. E os alimentos são sempre de boa qualidade”, conta a vendedora, que ainda não sabe onde vai passar a fazer a feira semanal.

As conhecidas barracas do ABC, entre a rua Tupis e a avenida Paraná, fazem parte do Comboio do Trabalhador, projeto da Prefeitura de Belo Horizonte que oferece produtos alimentícios a preços mais baixos para a população.

Opção. Em junho, a Secretaria Municipal Adjunta de Abastecimento (Smaab) comunicou aos feirantes que as concessões não seriam renovadas.

Segundo o secretário municipal adjunto de abastecimento, Flávio Duffles, a prefeitura ofereceu aos comerciantes, por meio de licitações, oportunidades de trabalho em outros pontos da cidade. Nos últimos meses, foram realizadas concorrências públicas para o Mercado do Cruzeiro, Feira Coberta do Padre Eustáquio e Central de Abastecimento Municipal, no bairro São Paulo, além de outros 19 locais do programa Sacolões ABasteCer. Os feirantes da praça 1º de Maio, porém, não participaram dos processos.

“Em outubro, será aberto uma nova concorrência para os 26 espaços que não foram preenchidos no Cruzeiro, no Padre Eustáquio e na Central de Abastecimento. Essa é a alternativa”, declarou o secretário.

Os comerciantes chegaram a fazer uma proposta de revitalizar a região com recursos próprios. Mas o projeto não foi aceito pela prefeitura. “Eles vieram com essa ideia agora, quando estava tudo decidido. Eles nunca se propuseram a melhorar antes. A região sempre foi muito suja”, ressaltou Duffles.

Os feirantes já colheram mais de 5.000 assinaturas de clientes que protestam contra a retirada das barracas. Mas, segundo a prefeitura, a decisão é irrevogável.

PROTESTO

Medida é alvo de reclamações

Os comerciantes da região não se conformam com a saída do local. “Tem gente que está aqui há mais de 20 anos. Todo mundo que sai do trabalho passa aqui antes de ir para casa. Isso que estão fazendo é uma atitude em desfavor da população”, reclama Sirlene Gil Viana, dona de uma barraca de alhos, que há 12 anos trabalha no local.

De acordo com os feirantes, cerca de 200 pessoas poderão ficar sem emprego, direta ou indiretamente.

O Comboio do Trabalhador funciona em locais fixos e com pontos itinerantes que atendem, principalmente nos fins de semana, os bairros mais carentes de Belo Horizonte. Mais de 1 milhão de pessoas são atendidas mensalmente, com a comercialização de aproximadamente 10 mil toneladas de alimentos.

Já o programa Sacolões ABasteCer, popularmente conhecidos como ABC (sigla para “Alimentos a Baixo Custo”), comercializam de 20 a 25 tipos de hortifrutigranjeiros a um preço máximo de R$ 0,69 o kg, além de cereais, doces caseiros, biscoitos e laticínios.

A Secretaria Municipal Ajunta de Abastecimento (Smaab) é responsável por fiscalizar os preços, a qualidade e a variedade dos produtos. Cerca de 380 mil pessoas são atendidas todo mês, com uma média mensal de 3,4 t comercializadas.

A Smaab possui outros 17 projetos ecologicamente sustentáveis. Eles integram o cardápio da merenda escolar e de famílias de baixa renda, a partir das hortas comunitárias. (TN)

Choque de Ordem no RJ – As tretas daqui são parecidas com as de lá

outubro 22, 2010

(RJ) *Choque de Ordem* demolindo imóveis na Restinga

Retirado do site do Centro de Midia Independente
www.midiaindependente.org
*Choque de Ordem* da Prefeitura está neste momento demolindo arbitrariamente imóveis na comunidade da Restinga (Recreio dos Bandeirantes).

Após várias semanas de ameaças a comunidades da região ameaçadas de remoção, um imenso aparato da prefeitura e do governo estadual (incluindo polícia militar e civil, guarda municipal, funcionários da subprefeitura local e máquinas, totalizando mais de 100 pessoas) chegou hoje cerca de 10h na comunidade da Restinga, no Recreio dos Bandeirantes, e começou a demolir vários imóveis (lojas), que se encontravam em funcionamento no momento.

Questionados por moradores se tinham ordem de demolição ou coisa parecida, os funcionários da Prefeitura disseram que “não precisavam disso”. Como os moradores insistiram em que fosse provada a legalidade do ato, os funcionários recomendaram que os moradores “ficassem quietos”, “não se metessem” e “comparecessem depois à subprefeitura”. Falaram mais, que foi ordem pessoal do prefeito Eduardo Paes, que passou de manhã pelo local, teria ficado indignado com a permanência dos imóveis, e ordenou a ação imediata.A Restinga, assim como a Vila Harmonia, Vila Recreio 2 e outras comunidades, que existem há muitos anos na região, estão ameaçadas de remoção para suposta implantação da Transoeste, uma das três grandes vias previstas no Rio tendo em vista as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Insatisfeitas com o processo arbitrário como foram “avisadas” e com as “alternativas” apresentadas pela Prefeitura (cada família removida “ganharia” um apartamento do Minha Casa Minha Vida em Cosmos – Santa Cruz, muito distante de onde moram atualmente, com uma área menor que 40 m2 e ainda teriam que pagar R$ 50 de mensalidade, além do que não foi oferecida nenhuma alternativa às pessoas que trabalham e tiram seu sustento das lojas da Avenida das Américas), os moradores começaram um processo de resistência, realizando assembléias e incorporando-se ao Conselho Popular. 

A Defensoria Pública foi acionada e está sendo aguardada no local. Pede-se o máximo de divulgação pela imprensa e movimentos solidários.

Mais informações com Michel (7831-8550), morador local e membro da comissão de resistência.

Comissão de Comunicação da Rede contra a Violência.

comunicacao.rede@gmail.com
http://www.redecontraviolencia.org/Noticias

Doe Batuke! Toque Batuke!

outubro 20, 2010

Existem pessoas por aí, interessadas em montar um acervo de tambores e instrumentos de percussão para utilização de projetos autonomos, festas de rua, batukes abertos, Praias Urbanas, manifestações e etc…

A idéia é que esses instrumentos fiquem abrigados no Espaço Ystilingue, que é um espaço aberto e central, para de lá poderem ser levados para serem usados em outros locais.

Pretendemos montar esse acervo através de doações, improvisação e confecção dos instrumentos. Tambem se pretende fazer batukes abertos para as pessoas aprenderem a toca-los.

Então, esse é um pedido de doações:

Caso você tenha algum tambor, instrumento de percussão ou algo que funcione dessa maneira e que não se importa em doá-lo, ele seria muito bem-vindo ao acervo.

Também aceitam-se doações de objetos que sirvam para confecção de instrumentos, como latas de tinta redondas, de qualquer tamanho, vergalhões, arame, cordas e cordões com alma, latas de biscoito.

 

Oficinas abertas serão marcadas para confecção dos instrumentos e para compartilhar técnicas de construção.

Qualquer informação, entre em contato no e-mail: kra@riseup.net

Torres Gêmeas BH – Outubro 2010 – Raquel Rolnik

outubro 19, 2010

Liberdade ao Piores de Belô!

outubro 18, 2010

Os Piores de Belô continuam guardados e nem sinal deles serem soltos. Pior: a política higienista continua atuando de forma implacável na BH pré-Copa. Só pra ficar no mesmo tema, mais uma infeliz notícia fresca [Pichadores são detidos em BH]. Convenhamos, pixadores atuando num domingo de manhã com 50 latas de spray e baldes de tinta numa rua tranquila do Sagrada Família? Tem guarda municipal querendo mostrar serviço demais aí minha gente! E o jornal Estrago de Minas ainda consegue piorar a situação: na versão impressa de hoje, segunda-feira 18, publicaram a notícia com a foto de um muro todo pixado, ao lado do muro real que estava sendo grafitado. Lamentável…

E pra você que fica se perguntando o que pode fazer pela liberdade dos Piores de Belô, a dica vêm de um tal Cildo Meireles.

Tire aqui modelo de carimbo (Tipografia 3×5)

Sobre o assunto, não deixe de ler também:

https://pracalivrebh.wordpress.com/2010/09/30/somos-tods-piores-de-belo/

https://pracalivrebh.wordpress.com/2010/10/01/pixo-politica-publica-ou-criminalizacao/

https://pracalivrebh.wordpress.com/2010/09/29/manifesto-liberdade-aos-piores-de-belo/

A vingança do eleitor: depois do voto, os cavaletes contra-atacam

outubro 18, 2010

Até outro dia, santinho de candidato em Belo Horizonte era mato. O que não faltava era bandeira de partido, faixa pendurada, musiquinha de campanha. Até elefante em tamanho natural apareceu na Praça Sete. Na rua, na chuva, na hora da novela, todos os espaços – físicos, virtuais, sonoros – eram ocupados pela propaganda política. O cidadão comum virou um consumidor em potencial de slogans e promessas.

Esse ano, a sensação do verão eleitoral foi o cavalete: aquela placa de madeira com o rosto sorridente do candidato que povoava as esquinas. A própria cidade acabou se apropriando dessas figuras, com manifestações de todos os tipos (do chifrinho ao nariz de palhaço). Muita gente mostrou que não estava satisfeita com o cardápio e a apresentação dos pratos.

Agora as eleições passaram. Mas o que vem depois da sujeira na rua? É pensando em tudo isso e tentando digerir toda essa informação que a Associação Democracia Ativa propõe A vingança do eleitor: depois do voto, os cavaletes contra-atacam. E se fosse você o autor dos cavaletes? Como iria preencher aquele metro quadrado de madeira ou de lona? Que imagens escolheria? Que promessas faria? Como iria interagir com as pessoas que passam?

No sábado 23 de outubro, a faca e o queijo – ou a tinta, o spray e o microfone – vão te esperar na Praça da Assembleia, a partir das 11h. Junte-se aos que não vão se contentar em assistir sentados aos resultados da eleição. Votar foi só o começo: e depois?

O quê? A vingança do eleitor: depois do voto, os cavaletes contra-atacam.
Quando? Sábado, dia 23 de outubro, a partir das 11h
Onde? Na Praça Carlos Chagas (vulgo Praça da Assembleia)
Por quê? Porque não só os candidatos que podem se expressar no espaço público.

 



*Essa ação faz parte da campanha de sensibilização Votar: e depois?, da Associação Democracia Ativa. Por meio de ações de mobilização e divulgação em diversas mídias, a Associação tem buscado chamar a atenção dos cidadãos para a importância da participação política para além do momento eleitoral.

Mais informações: contato@democraciaativa.org.br

 

Reunião “Que Trem É Esse?!” Sabado – 16 de Outubro

outubro 12, 2010

Reunião para discutir a festa “Que Trem É Esse?!” (QTEE), marcada para sabado, 16 de Outubro no Espaço Ystilingue, as 17hrs!

Compareça e Divulgue para interessados!