Vendavais e pocilgas (.3)

by

v e n t o s  e  r e b e n t o s

Quando uma onda morre na praia, muito vento já soprou. O inverno expulsou a Praia, os encontros, cansou as trocas. A Coca ocupou a praça, com muitas viaturas e serviços. Houve quem previsse outras vezes o aspecto efêmero dos levantes, estouros de desobediência que não se justificam por razões universais. São momentos forjados, em carícias e fogos. Tormentas no olho do furacão, que é tenso, expele para fora desse mundo. Se chove muito, é vento, a maré se atormenta. A pocilga não lava suas mãos. Escolhe a dedos seus alvos, dá cargos à sua prole, enxota a ralé dos seus “museus públicos”, de guti-guti erra a força, agita ações apenas no mercado, mas manda e desmanda em qualquer salão fechado.

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: