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	<title>Comentários sobre: 02/11 :: UNIVERSIDADE PIRATA em construção</title>
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	<description>Postagens de &#34;Qualquer Natureza&#34; sobre a Praça da Estação</description>
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		<title>Por: Planofurado</title>
		<link>http://pracalivrebh.wordpress.com/2010/10/28/0211-universidade-pirata-em-construcao/#comment-908</link>
		<dc:creator><![CDATA[Planofurado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 17:11:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Outra coisa, pois não sei se alguém lerá todas essas letras: a tão falada Praça da Estação sempre foi espaço aberto, usado ainda hoje como banheiro público pelas garotas de programa e dormitório para os que trabalham no interior. Talvez não lembrem, aliás, não se já tinha saido do saco dos seus pais, mas governos e decretos nunca impediram ninguém de ir até lá e fazer o que tinham que fazer numa noite qualquer de sexta ou sábado. Tentem se afirmarem como são, e não forjar do nada uma imagem de &quot;portadores de soluções&quot;. As práticas na cidade são muito maiores que seus umbigos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outra coisa, pois não sei se alguém lerá todas essas letras: a tão falada Praça da Estação sempre foi espaço aberto, usado ainda hoje como banheiro público pelas garotas de programa e dormitório para os que trabalham no interior. Talvez não lembrem, aliás, não se já tinha saido do saco dos seus pais, mas governos e decretos nunca impediram ninguém de ir até lá e fazer o que tinham que fazer numa noite qualquer de sexta ou sábado. Tentem se afirmarem como são, e não forjar do nada uma imagem de &#8220;portadores de soluções&#8221;. As práticas na cidade são muito maiores que seus umbigos.</p>
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		<title>Por: Planofurado</title>
		<link>http://pracalivrebh.wordpress.com/2010/10/28/0211-universidade-pirata-em-construcao/#comment-907</link>
		<dc:creator><![CDATA[Planofurado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 17:05:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais outra da turma abastada em conflito de identidade, se é que temos alguma. Sobrevida dentro da ordem? Debaixo dos viadutos? O refugo é violento, é posto de lado por questões sociais, politicas e econômicas muito menos lúdicas do que se pintar ou fazer massagem. Vocês estão simplesmente ignorando uma série de problemas que se amplificam cada vez mais sem que tenham a prontidão de ao menos enxerga-los para além do bem estar físico pessoal. Se servem de exemplo como alternativa possível? Talvez, mas não num mundo com bilhões de pessoas prestes a se conformarem desde o nascimento com a condição de autômatos. Terapias, grupos, autogestão e outras coisas retiradas de leituras &quot;libertárias&quot; mal feitas, interpretadas como sendo prioridades objetivas onde a realidade se massifica ao ponto de não existirem mais formas convincentes de construi-las. Enfim, queria dizer apenas para fazerem seus encontros com menos pomba e egoísmo, lembrando sempre que são mais um meio de conhecer, de interagir com outras pessoas do que uma luta sincera, lúcida e comprometida até a carne com possibilidades ao menos plausíveis de transformações humanas amplas e anônimas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais outra da turma abastada em conflito de identidade, se é que temos alguma. Sobrevida dentro da ordem? Debaixo dos viadutos? O refugo é violento, é posto de lado por questões sociais, politicas e econômicas muito menos lúdicas do que se pintar ou fazer massagem. Vocês estão simplesmente ignorando uma série de problemas que se amplificam cada vez mais sem que tenham a prontidão de ao menos enxerga-los para além do bem estar físico pessoal. Se servem de exemplo como alternativa possível? Talvez, mas não num mundo com bilhões de pessoas prestes a se conformarem desde o nascimento com a condição de autômatos. Terapias, grupos, autogestão e outras coisas retiradas de leituras &#8220;libertárias&#8221; mal feitas, interpretadas como sendo prioridades objetivas onde a realidade se massifica ao ponto de não existirem mais formas convincentes de construi-las. Enfim, queria dizer apenas para fazerem seus encontros com menos pomba e egoísmo, lembrando sempre que são mais um meio de conhecer, de interagir com outras pessoas do que uma luta sincera, lúcida e comprometida até a carne com possibilidades ao menos plausíveis de transformações humanas amplas e anônimas.</p>
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